Olá,
amigos!
No artigo deste mês, compartilho com vocês os resultados obtidos através de
pesquisas recentes sobre o perfil de utilização da internet pelos médicos
brasileiros. Os dados e informações apresentados neste artigo foram retirados
de pesquisas realizadas pelas empresas Google Inc., IDG Now, Internet World
Statistics e ePharma Physicians Inc.
As
informações aqui resumidas mostram um perfil de utilização mais intenso e
qualitativo por parte dos médicos brasileiros. O atual estágio da tecnologia
permite que a informação seja tratada de forma eficaz, rápida e precisa. É
crucial que os usuários saibam utilizar as ferramentas a fim de obter o melhor
resultado no relacionamento com seus clientes (pacientes).
Seguindo
esta linha de raciocínio posso demonstrar como os clientes participam desta
mesma rede de informações.
Hoje, 84%
dos médicos brasileiros estão na internet. Esta informação é válida quando
colocamos, na mesma análise, os médicos que utilizam a internet e os médicos que
são citados na internet, seja através de um estudo, vídeo, aula médica, participação
em web meeting etc.
Quando
questionados sobre o que eles buscam na internet, as respostas são:
- 85%
usam como fonte de informação científica;
- 93%
para buscas de diversos temas (site de buscas como Google, Bing, Yahoo);
- 63%
pesquisam sobre drogas e tratamentos;
- 59%
pesquisam sobre novas drogas e melhores práticas;
- 45%
pesquisam sobre dosagens de produtos.
Em média,
o médico brasileiro navega até 5 horas por semana para buscas ou informações
profissionais. Dos médicos deste grupo, 95% buscam a informação primeiramente na
internet e, depois, junto a colegas de profissão (60%), literatura científica
(58%) e materiais promocionais (43%).
Outro
dado relevante: 39% dos médicos brasileiros utilizam a internet para
informar-se sobre questões de saúde que possam se tornar fontes de preocupação
para os seus clientes. Nesta linha, 63% pesquisam sobre sintomas e diagnósticos
que possam, de alguma forma, ajudá-los junto aos seus clientes.
Outra
realidade levantada pela pesquisa foi o perfil do cliente na internet e o que
isso impacta a relação médico-paciente.
É fato que
hoje a população em geral também se beneficiou dos mesmos avanços e
tecnologias. Desta forma, não seria difícil afirmar que a internet, para o
público leigo, é uma das fontes mais pesquisadas quando o assunto é saúde. E os
números comprovam isso.
Em média,
20% dos clientes trazem para a consulta informações sobre saúde obtidas na internet.
Destes, 16% perguntam aos médicos sobre medicamentos e tratamentos que eles
pesquisaram na rede.
Nesta
linha, um dado me chamou a atenção (de forma positiva): 92% dos médicos
brasileiros discutem com os seus clientes sobre as informações que eles
colheram na internet. Destes, 37% encorajam os clientes a conhecer questões
médicas utilizando a internet, sempre informando os cuidados básicos que devem
ter ao coletar informações na rede.
Os outros
55% discutem as informações que os clientes levaram para a consulta, mas não
encorajam este tipo de pesquisa.
Em
resumo, estamos tratando de um assunto ainda novo, motivo de diversas
discussões, conceitos, limites etc. Por outro lado, os números apontam a internet
como uma realidade também na área da saúde.
Sendo
assim, podemos considerar que:
- A internet
já é um dos meios mais utilizados pelos médicos brasileiros como fonte de
pesquisa;
- A internet
tem um impacto positivo no desenvolvimento profissional do médico brasileiro, além
de ser um canal que pode aprimorar a relação médico-paciente;
- As
ferramentas de busca na internet são utilizadas diariamente pelos médicos
brasileiros;
- A internet
facilita a coleta de informações.
Abraços.
Antonio Faggioni
e-mail: antonio.faggioni@meuconsultoriominhaempresa.com.br
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