As Redes Sociais na Área da Saúde



Olá amigos.

No artigo deste mês, vamos discutir o resultado de uma pesquisa recente, realizada pela Empresa Medimix Internacional junto a 510 Médicos nos EUA, Europa, Brasil e México.

O foco da pesquisa foi a utilização das Redes Sociais Facebook, Twitter e MySpace.

Como resposta, 66% dos Médicos entrevistados declararam que não conhecem ou não utilizam Redes Sociais.

Dos 34% restantes (que conhecem e utilizam), o Facebook foi apontado por mais de 96% deste grupo.

Na Europa, o destaque vai para a Itália, onde 42% dos Médicos utilizam o Facebook. Nos EUA o número foi de 40%. O menor índice de acesso e utilização vem da Alemanha, com apenas 12%.

MySpace e Twitter também foram citados e formam, juntos, os 4% restantes do grupo. Segundo a pesquisa, o Twitter têm destaque nos EUA, enquanto o MySpace se destaca no México.


Brasil

No Brasil, um nome mereceu destaque: o Orkut.

Quando perguntado se o Médico utilizava outra Rede Social além do Facebook, Twitter e MySpace, surgiu com força o Orkut: 31% dos Médicos brasileiros comentaram que possuem perfil e utilizam o Orkut com freqüência.

O Facebook lidera, também no Brasil, o ranking de acesso Médico às Redes Sociais, com 57%.

Um abraço.

Antonio Faggioni
e-mail: antonio.faggioni@meuconsultoriominhaempresa.com.br
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O Marketing e a Ética


Olá amigos,
No artigo deste mês, vamos discutir sobre Marketing e Ética. Com freqüência, recebo e-mails com perguntas sobre este assunto.
Falando sobre Marketing (talvez uma das principais estratégias que abordamos todos os meses neste espaço), é importante entender que, como uma estratégia, ela não é apenas a propaganda,o telemarketing, o atendimento, etc..

Ele é um conjunto de técnicas e ações que, quando aplicados corretamente, apóiam os Profissionais de Saúde em seus resultados qualitativos e quantitativos, gerando benefícios para todas as partes envolvidas.
Como em todo segmento, existem profissionais éticos e um outro grupo que utiliza, de forma equivocada, a palavra Marketing como algo que fere regras, que rompe a fronteira da ética, etc.. Como sempre, atitudes antiéticas de alguns prejudicam a imagem de outros.
Tomando como base o Código de Ética de Medicina (CODAME), não é permitida a propaganda em Rádio e TV para a massa com discurso publicitário voltado à autopromoção e temas sensacionalistas.
Por outro lado, permite que o Profissional da Saúde realize palestras esclarecedoras e educativas, revelando conhecimentos necessários para a população naquilo que é importante e a favor da saúde pública.
Um consultório necessita de investimentos para funcionar de maneira correta, bem como, para oferecer um serviço adequado e de qualidade para os nossos Clientes (Pacientes).
Por isso, precisamos pensar que o nosso negócio, como uma empresa, necessita de regras, planejamento, estratégias, competência, etc.. É ético praticar estratégias que visam beneficiar seus Clientes (Pacientes), criando uma verdadeira relação de troca.
Isso está longe de ser comparado, por exemplo, aos Profissionais de Saúde que utilizam meios não permitidos de propaganda e comunicação, bem como, de práticas ilegais da profissão.
Lembre-se: planejar e executar uma estratégia de negócios na área da saúde é ético, principalmente, quando respeitamos a legislação vigente em nosso país e buscamos oferecer aos nossos Clientes (Pacientes) um atendimento e suporte de qualidade, com competência, conhecimento e atendimento diferenciado. Existe algo mais ético que isso?
Um abraço.
Antonio Faggioni

Diagnóstico Organizacional (Parte 5)



Olá amigos,


Finalizando nosso estudo, vamos discutir neste artigo o P Processos e o P  Pessoas.

Em um mundo globalizado, onde os Clientes (Pacientes) utilizam diversos canais de comunicação como Internet (Redes Sociais, Sites de Buscas, etc.), canais internacionais de TV, dentre outros, fica fácil entender como uma informação, em curto espaço de tempo, passa a ser conhecida e discutida por um número enorme de pessoas.

Muitas vezes, não existe tempo necessário para uma eventual correção ou sugestão de melhoria para esta informação, porém, ela já está sendo discutida.

Some a isto um mercado extremamente competitivo, que oferece diversos serviços e conveniências diariamente para este Cliente (Paciente), muitos, de forma organizada e realmente diferenciada, outros, de forma desorganizada e sem nenhuma estratégia de suporte.

Algumas pessoas ignoram as mudanças básicas no comportamento de hoje. Estar preparado para conviver neste novo modelo é essencial para o sucesso do Profissional de Saúde.

Reconhecer que é preciso mudar deve partir do Profissional de Saúde, porém, em vários casos, o alerta parte das pessoas que trabalham diretamente com ele (atendentes, secretárias) ou do próprio Cliente (Paciente).

Independente de onde venha o alerta, é preciso que todos os envolvidos tenham ciência de que é preciso rever o Processo atual do Consultório.

É preciso olhar com cuidado para todos os sinais que o mercado aponta, as necessidades de melhorias, de especialização do Profissional de Saúde, de treinamento de sua equipe de suporte, da adequação na estrutura de atendimento, dentre outros.

Um dos pontos que merece uma atenção especial está diretamente ligado às Pessoas.

Elas estão à frente dos Processos e precisam estar comprometidas com as mudanças necessárias.

Além de sua equipe de suporte, nunca deixe de “escutar” o seu Cliente (Paciente). Em mais de 40% dos casos, eles apontam a necessidades de mudança antes que você tenha tempo ou entendimento para agir.

O Cliente (Paciente) deve ser envolvido neste novo momento respondendo uma pesquisa de satisfação. Esta estratégia funciona bem pois você o envolve a ponto dele sentir-se parte integrante do novo momento deste Consultório.

As mudanças são naturais dentro de um Processo. O importante é que elas tenham um objetivo em comum: melhorar o atendimento e capacitar pessoas para oferecer serviços diferenciados aos Clientes (Pacientes). O resultado será imediato, pode acreditar.


5% dos resultados das mudanças vêm das máquinas.
15% dos programas e 80% das pessoas.


Estimule a Autoconfiança: trate sua equipe de forma diferenciada e com respeito. Peça a eles que opinem e que interajam com os problemas e soluções do Consultório. Mostre a eles a importância de cada um no sucesso de todos.

Satisfaça necessidades, e não vontades: invista parte do seu tempo conversando com a equipe sobre a necessidade de mudar. Se achar conveniente, contrate serviços e empresas que possam ajudá-lo neste ponto.

Treine sua equipe: capacitar sua equipe é mais que oferecer a eles um expertise diferenciado: é investir no seu negócio pois os resultados serão aplicados no seu dia-a-dia junto aos seus Clientes (Pacientes) através de um atendimento diferenciado e reconhecido (logo, recompensado).

Invista em Você: não basta criar um cenário de mudança para todos sem que você participe diretamente dele. Invista em seu aperfeiçoamento profissional. Busque estar próximo dos canais interativos como a Internet. Utilize os diversos canais de Educação disponíveis. Passe a olhar o seu ambiente de trabalho como um Negócio (Meu Consultório – Minha Empresa).

Lembre-se: a mudança e o aprendizado devem ser companheiros contínuos em nossas vidas.

Um abraço.

Antonio Faggioni

e-mail: antonio.faggioni@meuconsultoriominhaempresa.com.br
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Diagnóstico Organizacional (Parte 4)




Olá amigos.

No artigo deste mês, seguimos discutindo sobre o Diagnóstico Organizacional.

Vamos começar pelo P Product (Produto).

A consulta em si já é o primeiro contato que o Cliente (Paciente) tem com o Produto oferecido pelo Profissional de Saúde. Soma-se a isso a forma como o Cliente (paciente) é tratado,  a forma como lhe é explicado cada fase do tratamento, a dinâmica de informar e confortar, dentre outros.

Lembre-se: se um Cliente (Paciente) procura os seus serviços ele têm um problema que precisa ser resolvido.

Em resumo, Produto é o conhecimento do Profissional de Saúde, aliado a uma forma adequada de comunicação, de oferecer atenção, segurança e conforto ao seu Cliente (Paciente).

Vale ressaltar que todo o atendimento prestado ao Cliente (Paciente), inclusive, o agendamento da consulta, atendimento prestado pelas secretárias e demais profissionais de apoio no momento em que o cliente (paciente) está no consultório (o antes, o durante e o depois da consulta), também são considerados Produto.


PRODUTO:
Cuidar, Tratar e Oferecer Saúde, Carinho, Respeito e Qualidade de Vida ao SER HUMANO.


Quando estudamos e entendemos P Place (Praça) e P (Phisycal Evidences) - Evidências Físicas, deparamos aqui com um entendimento mais complexo, pois engloba toda a estrutura física (interna e externa) do Consultório.

Estrutura Interna: decoração, sala, iluminação, quadros, banheiros, conveniência, acomodações, segurança, privacidade, conforto, acesso e estrutura para locomoção e atendimento de idosos e portadores de necessidades especiais, alimentação, sistemas de comunicação como rede internet sem fio, som ambiente, TV, computadores, brinquedoteca (espaço criança com jogos lúdicos, vídeo-game), sala de estudo e leitura, sala de pré-consulta, aparelhagem médica para exames, estrutura para atendimento emergencial e plantão.

Estrutura Externa: localização, logística de transporte, parcerias com outros serviços agregados como estacionamentos conveniados, restaurantes, hotéis e demais formas que facilitam (ou dificultam) o acesso dos Clientes (Pacientes), familiares e cuidadores.

Desta forma, estudamos mais um .


PRAÇA E EVIDÊNCIAS FÍSICAS:
Conjunto de estruturas (internas e externas) que são mais claras e perceptíveis aos Clientes (Pacientes). Por este motivo, necessitam estudos a avaliações detalhadas.


O quarto P Price (Preço) é um dos itens mais interessantes. Costumo dizer que o valor percebido pelo Cliente (Paciente) é o que faz esta estratégia ter sucesso ou não.

Em muitos casos, o Preço estabelecido pelo Profissional de Saúde leva em conta apenas o comparativo com a concorrência. Claro que é importante entender e estudar seus concorrentes mais não é este o único comparativo para uma definição tão ampla.

Uma estrutura diferenciada, aliada a um atendimento diferenciado e reconhecido pelo Cliente (Paciente) como de qualidade, é a soma para dizer ao mercado o "valor monetário" deste relacionamento.

Você precisa promover uma diferenciação constante e que esta seja reconhecida pelo Cliente (Paciente).


PREÇO:
Via de duas mãos:

Profissional de Saúde oferece Diferenciação.
Cliente (Paciente) retorna com reconhecimento, incluso o financeiro.


 
Um abraço.

Antonio Faggioni

Diagnóstico Organizacional (Parte 3)



Olá amigos.

No artigo deste mês, vamos continuar discutindo sobre Diagnóstico Organizacional.

Prestar atendimento a um Cliente (Paciente), realizar um diagnóstico, analisar um exame, dentre outros, são caracterizados por uma competência dos Profissionais de Saúde. Quando analisados sob visão do Marketing, entramos no conceito do Marketing de Serviços.

Marketing de Serviços pode ser definido com o conjunto de atividades que objetivam a análise, o planejamento, a implementação e o controle das diversas atividades que visam oferecer valor a um Cliente (Peciente).

Da mesma forma que a definição global do Marketing, para a área de saúde, ele deve ser destinado a obter e servir a demanda por produtos e serviços de forma adequada, atendendo desejos e necessidades dos Clientes (Pacientes), oferecendo satisfação, qualidade e lucratividade.

Serviços tratam do intengível: as idéias, conceitos (processos), competências, técnicas, conhecimentos, condutas, diagnósticos, etc..


O MIX DE MARKETING

Existe um termo utilizado pelo Marketing que agrupa todos os canais e táticas envolvidos diretamente para o sucesso das nossas estratégias. O nome é Mix de Marketing, popularmente conhecido pelos profissionais de negócios como os 4 Ps (Product-Produto, Place-Praça, Price-Preço e Promotion-Promoção).

No caso dos Serviços, além dos 4 Ps já mencionadosagregamos People-Pessoas, Process-Processos e Physical Evidence (Evidências Físicas).

Nos próximos artigos, vamos entender melhor cada um deles.

Um abraço.

Antonio Faggioni

Diagnóstico Organizacional (Parte 2)



Olá amigos.

No artigo deste mês, vamos continuar discutindo sobre Diagnóstico Organizacional.

A cada dia, a concorrência aumenta em níveis e qualidade assustadores, em todos os segmentos e mercados, em todo o mundo.

Como se não bastasse tal realidade, de alguns anos para cá, o cliente moderno (que no nosso caso é o paciente) passou a exigir mais qualidade nos produtos e serviços que compra, contrata e pelos quais paga.

Pesquisas mostram que os Profissionais e Organizações de Saúde que acertaram uma fórmula bem-sucedida de atendimento passam a ser mais rentáveis, crescem na participação de mercado e propiciam muitos comentários positivos entre as pessoas a quem satisfazem.

Os Profissionais de Saúde que dispõem de atendimento exemplar não só são reconhecidos como tal pelos seus pacientes, mas também pelos seus colaboradores diretos (secretárias, atendentes, enfermeiras...).

O Marketing pressupõe uma orientação aos clientes, isto é: descobrir o que os motiva, o uso que farão dos produtos e os benefícios esperados. Não adianta produzir um bom serviço, sob a ótica do Profissional de Saúde, se os clientes não o desejam, não o percebem como bom ou não estão interessados nos seus benefícios.

É também tarefa do Marketing estudar o perfil dos clientes, criar novos produtos e serviços que satisfaçam suas necessidades e desejos, comunicar de maneira eficaz a existência desses produtos ou serviços e oferecê-los de modo a facilitar o processo de troca.

Três tópicos para refletirmos:

1 – É preciso que os outros saibam o que eu faço.
2 – É preciso que os outros se convençam dos benefícios do que eu ofereço.
3 - É preciso que os outros se tornem meus aliados e me ajudem a divulgar o que eu faço.

Vamos pensar sobre isso? O que eu faço atualmente para cumprir e realizar os tópicos acima?

Convido a todos para acompanharem os demais artigos sobre este tema nos próximos meses.

Um abraço.

Antonio Faggioni
e-mail: antonio.faggioni@meuconsultoriominhaempresa.com.br
Twitter: www.twitter.com/antoniofaggioni
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Diagnóstico Organizacional (Parte 1)


Olá amigos.

No artigo deste mês, vou responder de uma forma ampla, vários questionamentos que foram enviados ao e-mail antonio.faggioni@meuconsultoriominhaempresa.com.br sobre como iniciar um processo de análise, simples e eficiente, do atual momento de cada Consultório.

Para isso, vou utilizar uma ferramenta poderosa de análise e estratégia chamada Diagnóstico Organizacional.

No mundo moderno, onde os fatores como a informação, as novas necessidades dos consumidores e a competição/concorrência mais agressiva, os gestores precisam realizar, periodicamente, ações que visam a sustentabilidade e a longevidade do seu negócio.

É preciso entender qual o real momento que a organização está vivendo, seus desafios (internos e externos), suas competências, diferenciais e, claro, suas fraquezas e ameaças.

Pergunta: se substituirmos a palavra organização na frase acima por Consultório, as estratégias e os desafios também serão os mesmos? A resposta é SIM.

Quem acompanha os artigos deste blog, bem como, já leu nossos artigos ou assistiu a uma palestra sobre o tema sabe que não só é possível como é necessário trabalhar de forma estratégica o seu Consultório.

Uma das ferramentas que auxiliam uma empresa neste desenho é o Diagnóstico Organizacional. Ele possibilita obter informações estratégicas para que os Profissionais de Saúde possam definir quais atitudes tomar a favor do Consultório.

Ele apóia a decisão e a interpretação dos objetivos desenhados pelos Profissionais de Saúde, além de facilitar o entendimento dos pontos fracos e fortes do negócio.

Como resultado final deste trabalho, o Profissional de Saúde determinará quais as questões mais relevantes que precisam ser resolvidas a curto/médio/longo prazo. Essas questões podem ser sobre o comportamento atual da equipe, atendimento ao Cliente (Paciente), recursos do consultório, localização, conveniência oferecida, valores das consultas, horário de atendimento, forma de atendimento durante a consulta, materiais para exames, etc..

O mais importante do Diagnóstico Organizacional é que ele pode ser aplicado em qualquer consultório, de qualquer natureza e tamanho.

Nos próximos artigos, vamos discutir passo a passo como iniciar este trabalho de forma simples, rápida e objetiva.

Convido a todos para acompanharem os demais artigos sobre este tema nos próximos meses.

Um abraço.

Antonio Faggioni

Utilizando as Estratégias e Soluções na prática


Olá amigos.

No artigo desta semana, vou compartilhar com vocês uma notícia escrita por um amigo Médico, Dr. Bernardo Schubsky. Nele, ele descreve sobre o Twitter.

O mais interessante para nós, profissionais de Marketing Médico e Profissionais de Saúde que se interessam e praticam estas estratégias, é notar que tudo o que discutimos mensalmente neste Blog e durante as palestras, seminários e artigos que desenvolvemos está, dia-a-dia, mais presentes em nossas vidas.

É muito bom ver que o que acreditamos e compartimos com nossos colegas profissionais de saúde está sendo utilizado, discutido e estudado em grandes portais médicos, revistas, artigos, etc..

Abaixo, apresento a vocês o artigo publicado no site Medcenter Medscape, cujo título é: O que você está fazendo agora? Twitter para o profissional de saúde do ano 2010.

O texto está em VERDE para diferenciá-lo.

Autor: Dr. Bernardo Schubsky

Provavelmente, você já ouviu falar no Twitter - o microblog que tem desempenhado um papel cada vez mais importante na vida das pessoas ao redor do mundo. Mas você sabe o que é um microblog e como ele pode ser utilizado por profissionais de saúde?

O Twitter foi criado em 2006, com o objetivo de ser uma ferramenta simples, gratuita, para que as famílias e amigos mantivessem contato entre si, através de curtas mensagens de texto (até 140 caracteres).

Era uma espécie de SMS da internet. Só que devido à sua simplicidade conceitual, ele vem se tornando cada vez mais parte integrante da vida das pessoas ao redor do mundo, tendo sido utilizado em momentos históricos, como por exemplo no caso das eleições presidenciais no Irã, ou no caso dos apagões no Brasil, em 2009.

Para os profissionais de saúde, o Twitter tem uma grande função de atualização. Em tempo real, dependendo de quem você está “seguindo” e ou de quem são seus “seguidores”, é possível saber o que foi publicado de mais relevante na sua especialidade, se houve alguma alteração na escala de plantão, se os seus alunos (ou professor) estão presos em uma cirurgia e vai se atrasar para a aula, ou então postar um lembrete de dieta para seus pacientes.

Também é possível compartilhar fotos. As aplicações são infinitas e tudo vai depender de com quem e para que você se comunica.

Como ele pode ser acessado através de computadores e celulares, é praticamente impossível você não estar sintonizado com quem lhe interessa.

É cada vez mais comum encontrarmos “coberturas completas e informais” dos principais congressos médicos. Enquanto alguém está assistindo a uma palestra ou mesa redonda, está postando tudo aquilo que, sob sua percepção, é o mais relevante.

A vantagem é que se você estiver seguindo alguém que você confia, ou que trabalha no mesmo serviço, provavelmente o que esse colega está achando que é o mais relevante, também será para você. Com isso, forma-se uma espécie de filtro por afinidades e interesses.

Além disso, sua rede de seguidores pode ser aberta ou fechada. Se você tem um grupo de pacientes com os quais gostaria de manter um contato regular, de mão-dupla, por que não fazer um grupo com eles?

Não são somente pessoas que postam no Twitter. Os principais sites científicos possuem perfil no site, inclusive o Medcenter. Vale a pena experimentar. Para começar, é muito fácil. É só acessar o Twitter (www.twitter.com), criar uma conta e começar a seguir as pessoas e postar suas ideias.

Não deixe de seguir o Medcenter no twitter: http://twitter.com/Medcenter

É muito bom ver na prática que pessoas estão utilizando, cada vez mais, as diversas estratégias e soluções para poder agregar valor em sua vida profissional. Acredite, vale a pena!

Um abraço.


Antonio Faggioni
e-mail: antonio.faggioni@meuconsultoriominhaempresa.com.br
Twitter: www.twitter.com/antoniofaggioni
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Entendendo e Praticando a Diferenciação (Atendimento)



Olá amigos.

Como passaram (e estão passando) o início de 2010? Pelos e-mails que tenho recebido de diversos profissionais de saúde o desafio continua e, cada vez mais, se diferenciar no mercado é o desafio maior.

No artigo deste mês, vou comentar e responder uma dúvida recebida através do e-mail (antonio.faggioni@meuconsultoriominhaempresa.com.br) enviada por um leitor deste Blog no mês de Fevereiro de 2010.

A pergunta foi: como me diferenciar de outros profissionais? Minha resposta é: exietem várias formas para isso, porém, precisamos ter e praticar primeiro a base desta estratégia.

Para isso, vou utilizar esta resposta a esta profissional de saúde (uma Médica) e discutir com todo o grupo deste Blog.

Para serem diferenciados, nossos serviços também precisam sofrer alguns ajustes, principalmente, quanto à Percepção dos nossos clientes. Não se esqueça: nós todos somos clientes de alguma empresa ou serviço e sabemos quão importante é o atendimento com que somos abordados todos os dias.

Poderemos utilizar quatro modelos capazes de facilitar a Percepção dos nossos Serviços:

- Básico;
- Esperado;
- Desejado; e
- Inesperado.

BÁSICO: são os atributos absolutamente essenciais do relacionamento, vinculados com as expectativas básicas em relação ao atendimento. Atender bem ao seu cliente não é mais considerado diferencial. É obrigatório.

ESPERADO: são os atributos associados ao relacionamento que são tidos como parte do negócio, como um atendimento emergencial ou retorno.

DESEJADO: são os atributos que o cliente não espera necessariamente, mas os conhece e aprecia se o relacionamento incluí-los. Dentre eles, um desconto oferecido a ele ou a uma pessoa da família, ou um atendimento emergencial fora do horário de atendimento.

INESPERADO: Atributo surpresa, que adiciona valor para o cliente, além das suas expectativas.

Por enquanto, nosso exercício é o seguinte: quanto, de cada um dos modelos acima, estou oferecendo hoje para os meus Clientes/Pacientes?

Pensem e analisem cada um destes pontos. É o início da estratégia de entendimento do seu negócio que, por fim, pode se tornal um diferencial.

Um abraço.

Antonio Faggioni

As responsabilidades no Trabalho em Equipe

Olá amigos.

Aproveito para desejar a todos um 2010 repleto de paz, saúde e muitas realizações.

No primeiro artigo do ano, vou comentar e responder uma dúvida recebida através do e-mail (antonio.faggioni@meuconsultoriominhaempresa.com.br) enviada por um leitor deste Blog no final de 2009.

Nele, ele encaminhou uma pergunta que me chamou a atenção. Vou reescrevê-la: até onde vai a responsabilidade do Médico e da Secretária na qualidade do atendimento ao paciente dentro de uma clínica médica?

Como este assunto está em linha com o que discutimos mensalmente, resolvi responder a ele comentando alguns pontos que julgo fundamentais neste assunto.

É importante entender que quando um Cliente/Paciente busca um serviço médico ele tem (ou pensa que tem) um problema de saúde que precisa ser resolvido. De alguma forma, aquele sentimento fez com que ele buscasse ajuda especializada. Neste caso, o assunto é o bem maior de um ser humano: sua Saúde.

Como qualquer Cliente frente a uma situação de compra, ele quer comprar maior qualidade de vida, a resolução de uma dor crônica, um tratamento, etc.. Para tal, ele certamente vai avaliar a higiene e a organização da sala de espera/recepção, o local do consultório, as facilidades e dificuldades de chegar até lá, etc..

Na maioria das vezes, quem o recebe é a secretária ou atendente responsável. Aqui, temos o primeiro contato Cliente/Paciente com o serviço a ser utilizado (a consulta médica). Atender com educação, utilizar vocabulário claro, demonstrar interesse em atendê-lo e satisfazê-lo como Cliente é o primeiro passo de sucesso. Aqui, temos como foco principal o trabalho da secretária/atendente. Para termos sucesso nesta etapa, é preciso que este profissional seja bem treinado e entenda a importância do seu papel no resultado final do processo: atender bem a um Cliente/Paciente. Seja discreto, prestativo, pró-ativo e educado.

A partir deste ponto, a segunda etapa deste atendimento, incluindo a de sanar as expectativas do Cliente/Paciente é de total responsabilidade do profissional de saúde. Iniciar o contato com um simples aperto de mão e chamando o Cliente/Paciente pelo nome é um bom exemplo. Não existe uma regra a ser seguida, uma vez que este momento é de particular aos dos (Profissional de Saúde e Cliente/Paciente).

Uma dica que passo sempre é dizer a ele uma frase simples que pode confortá-lo: em que posso lhe ajudar?

Olhar nos olhos demonstra interesse e manter esta atenção durante a consulta demonstra apoio e segurança.

Para finalizar este artigo, é preciso entender que a primeira consulta será (ou não) o início de uma relação Profissional de Saúde X Paciente. Se esta relação seguir, o pós-atendimento e o acompanhamento serão fundamentais para o sucesso e resultado desta relação.

Em resumo: cada profissional (secretária, atendentes, enfermeiras, profissionais de saúde) precisam estar cientes que o sucesso de uma relação se dá pelo trabalho e dedicação de todos. É preciso que toda a equipe entenda a importância do seu papel em oferecer ao Cliente/Paciente conforto, atenção e qualidade de vida.

Um abraço.

Antonio Faggioni