Olá,
amigos!
No artigo deste mês, compartilho com vocês os resultados obtidos através de
pesquisas recentes sobre o perfil de utilização da internet pelos médicos
brasileiros. Os dados e informações apresentados neste artigo foram retirados
de pesquisas realizadas pelas empresas Google Inc., IDG Now, Internet World
Statistics e ePharma Physicians Inc.
As
informações aqui resumidas mostram um perfil de utilização mais intenso e
qualitativo por parte dos médicos brasileiros. O atual estágio da tecnologia
permite que a informação seja tratada de forma eficaz, rápida e precisa. É
crucial que os usuários saibam utilizar as ferramentas a fim de obter o melhor
resultado no relacionamento com seus clientes (pacientes).
Seguindo
esta linha de raciocínio posso demonstrar como os clientes participam desta
mesma rede de informações.
Hoje, 84%
dos médicos brasileiros estão na internet. Esta informação é válida quando
colocamos, na mesma análise, os médicos que utilizam a internet e os médicos que
são citados na internet, seja através de um estudo, vídeo, aula médica, participação
em web meeting etc.
Quando
questionados sobre o que eles buscam na internet, as respostas são:
- 85%
usam como fonte de informação científica;
- 93%
para buscas de diversos temas (site de buscas como Google, Bing, Yahoo);
- 63%
pesquisam sobre drogas e tratamentos;
- 59%
pesquisam sobre novas drogas e melhores práticas;
- 45%
pesquisam sobre dosagens de produtos.
Em média,
o médico brasileiro navega até 5 horas por semana para buscas ou informações
profissionais. Dos médicos deste grupo, 95% buscam a informação primeiramente na
internet e, depois, junto a colegas de profissão (60%), literatura científica
(58%) e materiais promocionais (43%).
Outro
dado relevante: 39% dos médicos brasileiros utilizam a internet para
informar-se sobre questões de saúde que possam se tornar fontes de preocupação
para os seus clientes. Nesta linha, 63% pesquisam sobre sintomas e diagnósticos
que possam, de alguma forma, ajudá-los junto aos seus clientes.
Outra
realidade levantada pela pesquisa foi o perfil do cliente na internet e o que
isso impacta a relação médico-paciente.
É fato que
hoje a população em geral também se beneficiou dos mesmos avanços e
tecnologias. Desta forma, não seria difícil afirmar que a internet, para o
público leigo, é uma das fontes mais pesquisadas quando o assunto é saúde. E os
números comprovam isso.
Em média,
20% dos clientes trazem para a consulta informações sobre saúde obtidas na internet.
Destes, 16% perguntam aos médicos sobre medicamentos e tratamentos que eles
pesquisaram na rede.
Nesta
linha, um dado me chamou a atenção (de forma positiva): 92% dos médicos
brasileiros discutem com os seus clientes sobre as informações que eles
colheram na internet. Destes, 37% encorajam os clientes a conhecer questões
médicas utilizando a internet, sempre informando os cuidados básicos que devem
ter ao coletar informações na rede.
Os outros
55% discutem as informações que os clientes levaram para a consulta, mas não
encorajam este tipo de pesquisa.
Em
resumo, estamos tratando de um assunto ainda novo, motivo de diversas
discussões, conceitos, limites etc. Por outro lado, os números apontam a internet
como uma realidade também na área da saúde.
Sendo
assim, podemos considerar que:
- A internet
já é um dos meios mais utilizados pelos médicos brasileiros como fonte de
pesquisa;
- A internet
tem um impacto positivo no desenvolvimento profissional do médico brasileiro, além
de ser um canal que pode aprimorar a relação médico-paciente;
- As
ferramentas de busca na internet são utilizadas diariamente pelos médicos
brasileiros;
- A internet
facilita a coleta de informações.
Abraços.
Antonio Faggioni
e-mail: antonio.faggioni@meuconsultoriominhaempresa.com.br
Twitter: www.twitter.com/antoniofaggioni
Site: http://www.meuconsultoriominhaempresa.com.br/
O que os Médicos buscam na Internet? Parte 01
Olá, amigos!
No artigo deste mês, vou compartilhar com vocês os resultados de uma pesquisa realizada pela empresa inglesa Doctors.net junto a 4.000 usuários que utilizam o seu Portal de Informações Médicas naquele país.
Muitos podem perguntar: o que o resultado de uma pesquisa realizada na Inglaterra pode trazer de tendência para a utilização do marketing online no Brasil? A resposta é simples: os médicos europeus, assim como os norte-americanos, estão mais habituados e familiarizados com a internet e suas soluções do que os médicos latino-americanos.
Por motivos que vão desde o modelo de promoção médica, passando pelas facilidades tecnológicas, este resultado aponta uma tendência mundial que já está refletindo em países emergentes.
Na pesquisa, 93% dos médicos pesquisados responderam que possuem acessos à internet em suas casas. Destes, 87% possuem também em seus consultórios.
Em linha, 35% dos médicos pesquisam informações científicas diariamente. Quando perguntados se acessam as mesmas informações ao menos três vezes por semana, este número sobe para 48%.
Quando perguntados sobre as principais fontes de pesquisa, em primeiro lugar aparecem os sites de busca (63%), seguidos pelo Wikipedia, com 48% dos acessos. Os portais médicos aparecem com 42% e os sites de relacionamento, apoiados pela indústria farmacêutica, fecham os principais números com 22%.
De que forma estes médicos acessam a internet? As respostas são: 89% através de notebooks ou desktops (computadores pessoais). Os smartphones aparecem em segundo lugar, com 23%, seguidos pelos tablets com 7% dos acessos.
Quando o assunto foi conteúdo, os médicos pesquisados apontaram os cursos médicos online como principal interesse, com 87%. Os artigos científicos, casos clínicos e demais notícias médicas hospedadas em portais de conteúdo aparecem em segundo lugar, com 49%, seguidos por fóruns e webmeetings, com 18%.
O que mais você valoriza na comunicação online? Esta pergunta foi direcionada somente ao grupo que respondeu que utiliza a internet como mais um canal de comunicação. As respostas foram analisadas e divididas em cinco grandes grupos, conforme segue:
- Conveniência (tenho contato com os assuntos que me interessam no momento que julgo adequado ou que reservo para os meus estudos): 78%;
- Praticidade (forma rápida para obter informações, independentemente de onde estou): 58%;
- Conhecimento (forma rápida de obter novas informações, inclusive de laboratórios farmacêuticos): 45%;
- Alcance (através de fóruns de discussão, e-learning, comunidades científicas online, podemos discutir temas diversos, contando com um número de médicos que, dificilmente, estariam juntos pessoalmente): 38%;
- Gerenciamento de Informações (médicos que já utilizam a internet como fonte de pesquisa sobre dados de seus consultórios, pacientes, locais de trabalho, agendas compartilhadas etc.): 27%.
Para finalizar este artigo, apresento algumas considerações apontadas pela empresa responsável pela pesquisa como tendência para os próximos anos:
- aumento da comunicação digital, utilizando canais já conhecidos como portais médicos, campanhas de e-mail marketing, sites de relacionamento médicos, redes sociais etc.;
- microsites que tratam de assuntos específicos, relacionados a doenças e tratamentos. Esta é uma forma apontada para segmentação de médicos e profissionais interessados em determinados assuntos (marketing de nicho);
- comunicações digitais, passando desde o webmeeting convencional até as aulas médicas, grupos de discussão, chats etc.;
No artigo do próximo mês, voltaremos a discutir este novo perfil Médico, em especial sobre o perfil do médico brasileiro.
Abraços.
Antonio Faggioni
e-mail: antonio.faggioni@meuconsultoriominhaempresa.com.br
Twitter: www.twitter.com/antoniofaggioni
Site: http://www.meuconsultoriominhaempresa.com.br/
No artigo deste mês, vou compartilhar com vocês os resultados de uma pesquisa realizada pela empresa inglesa Doctors.net junto a 4.000 usuários que utilizam o seu Portal de Informações Médicas naquele país.
Muitos podem perguntar: o que o resultado de uma pesquisa realizada na Inglaterra pode trazer de tendência para a utilização do marketing online no Brasil? A resposta é simples: os médicos europeus, assim como os norte-americanos, estão mais habituados e familiarizados com a internet e suas soluções do que os médicos latino-americanos.
Por motivos que vão desde o modelo de promoção médica, passando pelas facilidades tecnológicas, este resultado aponta uma tendência mundial que já está refletindo em países emergentes.
Na pesquisa, 93% dos médicos pesquisados responderam que possuem acessos à internet em suas casas. Destes, 87% possuem também em seus consultórios.
Em linha, 35% dos médicos pesquisam informações científicas diariamente. Quando perguntados se acessam as mesmas informações ao menos três vezes por semana, este número sobe para 48%.
Quando perguntados sobre as principais fontes de pesquisa, em primeiro lugar aparecem os sites de busca (63%), seguidos pelo Wikipedia, com 48% dos acessos. Os portais médicos aparecem com 42% e os sites de relacionamento, apoiados pela indústria farmacêutica, fecham os principais números com 22%.
De que forma estes médicos acessam a internet? As respostas são: 89% através de notebooks ou desktops (computadores pessoais). Os smartphones aparecem em segundo lugar, com 23%, seguidos pelos tablets com 7% dos acessos.
Quando o assunto foi conteúdo, os médicos pesquisados apontaram os cursos médicos online como principal interesse, com 87%. Os artigos científicos, casos clínicos e demais notícias médicas hospedadas em portais de conteúdo aparecem em segundo lugar, com 49%, seguidos por fóruns e webmeetings, com 18%.
O que mais você valoriza na comunicação online? Esta pergunta foi direcionada somente ao grupo que respondeu que utiliza a internet como mais um canal de comunicação. As respostas foram analisadas e divididas em cinco grandes grupos, conforme segue:
- Conveniência (tenho contato com os assuntos que me interessam no momento que julgo adequado ou que reservo para os meus estudos): 78%;
- Praticidade (forma rápida para obter informações, independentemente de onde estou): 58%;
- Conhecimento (forma rápida de obter novas informações, inclusive de laboratórios farmacêuticos): 45%;
- Alcance (através de fóruns de discussão, e-learning, comunidades científicas online, podemos discutir temas diversos, contando com um número de médicos que, dificilmente, estariam juntos pessoalmente): 38%;
- Gerenciamento de Informações (médicos que já utilizam a internet como fonte de pesquisa sobre dados de seus consultórios, pacientes, locais de trabalho, agendas compartilhadas etc.): 27%.
Para finalizar este artigo, apresento algumas considerações apontadas pela empresa responsável pela pesquisa como tendência para os próximos anos:
- aumento da comunicação digital, utilizando canais já conhecidos como portais médicos, campanhas de e-mail marketing, sites de relacionamento médicos, redes sociais etc.;
- microsites que tratam de assuntos específicos, relacionados a doenças e tratamentos. Esta é uma forma apontada para segmentação de médicos e profissionais interessados em determinados assuntos (marketing de nicho);
- comunicações digitais, passando desde o webmeeting convencional até as aulas médicas, grupos de discussão, chats etc.;
No artigo do próximo mês, voltaremos a discutir este novo perfil Médico, em especial sobre o perfil do médico brasileiro.
Abraços.
Antonio Faggioni
e-mail: antonio.faggioni@meuconsultoriominhaempresa.com.br
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Retenção de Clientes (Pacientes)
No artigo deste mês, vamos discutir um tema que, frequentemente, nos questionam: como reter clientes (pacientes)?
Em um mercado extremamente competitivo, repleto de oportunidades e ofertas, conquistar e manter clientes torna-se questão de sobrevivência.
O que parece difícil de ser realizado pode se tornar simples e bastante razoável. Pense como consumidor, ou, neste caso, como um cliente: O que você aprecia em uma consulta médica?
Qual situação excedeu sua expectativa de forma positiva? Das experiências positivas recentes, quais as que mais lhe chamaram a atenção?
No caso de uma consulta médica, é preciso agregar a esta análise as variações inerentes ao contato humano. Ele é decisivo, tanto para criar uma imagem positiva quanto negativa.
Neste momento, a excelência no atendimento (já tão discutida em nosso Blog) pode ajudar a criar uma atmosfera positiva. Lembre-se: o primeiro contato, e mais frequente, acontece com a sua equipe de atendimento!
Treinar estas pessoas, capacitá-las, motivá-las e recompensá-las são investimentos diretos na retenção dos seus clientes. Um cliente bem tratado pensa mais vezes antes de abandonar um consultório do que aquele que recebeu um tratamento oposto.
A autonomia (delegação de poderes) deve ser encorajada para que os colaboradores diretos possam tomar decisões rápidas quando necessário, evitando burocracia e abreviando processos.
Lembre-se: quanto mais rapidamente uma insatisfação for resolvida, maiores as chances de reter o cliente.
Os cinco passos para tentar reduzir o nível de perda de clientes são:
1. Calcular o índice de retenção (clientes ativos com mais de um ano de permanência);
2. Identificar as causas de problemas relatados por clientes e analisar o que pode ser recuperado;
3. Analisar a viabilidade financeira de reter os clientes atuais (valor da consulta, plano de saúde);
4. Calcular quanto se deixa de ganhar com clientes que não retornaram após a primeira consulta e retorno.
5. Entrar em contato com o cliente e investigar o motivo de não retornar ao consultório.
Quando os clientes não retornam, analisar:
1. A taxa de perda de clientes varia ao longo do ano?
2. A retenção varia de acordo com o tratamento, a região de moradia do cliente, os serviços oferecidos (ou não oferecidos) pelo consultório?
3. Qual é a relação entre os índices de retenção e as mudanças nos valores de serviços (exames, consultas, procedimentos)?
4. Para onde foram os clientes não mais atendidos?
5. Qual o maior índice de retenção obtido dentre os clientes atuais? Este número precisa ser analisado e colocado como objetivo a ser atingido para os demais.
Finalizando este artigo, ressaltamos a existência de vários itens que, combinados, podem ajudar a reter os clientes: atendimento, qualidade, preço, conveniência, confiança no profissional de saúde, comprometimento com o problema vivenciado por cada cliente, dentre outros.
Mantenha-se alerta a qualquer indício de perda de clientes.
Lembre-se: o Meu Consultório é a Minha Empresa.
Abraços.
Antonio Faggioni
Em um mercado extremamente competitivo, repleto de oportunidades e ofertas, conquistar e manter clientes torna-se questão de sobrevivência.
O que parece difícil de ser realizado pode se tornar simples e bastante razoável. Pense como consumidor, ou, neste caso, como um cliente: O que você aprecia em uma consulta médica?
Qual situação excedeu sua expectativa de forma positiva? Das experiências positivas recentes, quais as que mais lhe chamaram a atenção?
No caso de uma consulta médica, é preciso agregar a esta análise as variações inerentes ao contato humano. Ele é decisivo, tanto para criar uma imagem positiva quanto negativa.
Neste momento, a excelência no atendimento (já tão discutida em nosso Blog) pode ajudar a criar uma atmosfera positiva. Lembre-se: o primeiro contato, e mais frequente, acontece com a sua equipe de atendimento!
Treinar estas pessoas, capacitá-las, motivá-las e recompensá-las são investimentos diretos na retenção dos seus clientes. Um cliente bem tratado pensa mais vezes antes de abandonar um consultório do que aquele que recebeu um tratamento oposto.
A autonomia (delegação de poderes) deve ser encorajada para que os colaboradores diretos possam tomar decisões rápidas quando necessário, evitando burocracia e abreviando processos.
Lembre-se: quanto mais rapidamente uma insatisfação for resolvida, maiores as chances de reter o cliente.
Os cinco passos para tentar reduzir o nível de perda de clientes são:
1. Calcular o índice de retenção (clientes ativos com mais de um ano de permanência);
2. Identificar as causas de problemas relatados por clientes e analisar o que pode ser recuperado;
3. Analisar a viabilidade financeira de reter os clientes atuais (valor da consulta, plano de saúde);
4. Calcular quanto se deixa de ganhar com clientes que não retornaram após a primeira consulta e retorno.
5. Entrar em contato com o cliente e investigar o motivo de não retornar ao consultório.
Quando os clientes não retornam, analisar:
1. A taxa de perda de clientes varia ao longo do ano?
2. A retenção varia de acordo com o tratamento, a região de moradia do cliente, os serviços oferecidos (ou não oferecidos) pelo consultório?
3. Qual é a relação entre os índices de retenção e as mudanças nos valores de serviços (exames, consultas, procedimentos)?
4. Para onde foram os clientes não mais atendidos?
5. Qual o maior índice de retenção obtido dentre os clientes atuais? Este número precisa ser analisado e colocado como objetivo a ser atingido para os demais.
Finalizando este artigo, ressaltamos a existência de vários itens que, combinados, podem ajudar a reter os clientes: atendimento, qualidade, preço, conveniência, confiança no profissional de saúde, comprometimento com o problema vivenciado por cada cliente, dentre outros.
Mantenha-se alerta a qualquer indício de perda de clientes.
Lembre-se: o Meu Consultório é a Minha Empresa.
Abraços.
Antonio Faggioni
Relação Médico - Paciente
No artigo deste mês, vamos iniciar nosso bate-papo, sempre de forma simples e direta, sobre os diferenciais humanos e profissionais que envolvem o tema “Relação Médico - Paciente”.
A cada dia, o nível da qualidade oferecida pela concorrência aumenta em todos os segmentos e mercados ao redor do mundo.
Da mesma forma, de alguns anos para cá, o cliente moderno passou a exigir mais qualidade nos produtos e serviços que compra, contrata e pelos quais paga.
Hoje, através da Internet, é possível conhecer e estudar tendências, atendimentos, serviços e produtos em todo o mundo. A rede mundial passou a ser um grande diferencial e divisor de tempos: antes e depois da internet.
Quando falamos em saúde, a internet também deve ser encarada como uma ferramenta de informação sobre doenças, tratamentos, etc.
Quando falamos em saúde, a internet também deve ser encarada como uma ferramenta de informação sobre doenças, tratamentos, etc.
Mudança. Esta palavra está presente em todo o mundo e não seria diferente para o segmento de saúde. É preciso estudar e planejar o seu futuro, incluindo o relacionamento com seu cliente, ou seja, o paciente.
Cada vez mais, profissionais e organizações de saúde sentem a necessidade de aplicar novas estratégias e metodologias para oferecer um serviço diferenciado.
A nova versão das normas ISO 9000/9001:2000 nos fundamentos dos SGQs (Sistemas de Gestão da Qualidade) tem como foco principal o cliente e sua satisfação. O que isso tem a ver com o atendimento à saúde? TUDO.
Além das condutas e responsabilidades assumidas quando se tornam médicos, existe uma relação extra que envolve o ser humano "cliente".
É preciso entender que um cliente, atendido por outras empresas e segmentos de maneira diferenciada e com qualidade, eventualmente vai desejar e solicitar este mesmo tratamento por qualquer outro serviço, que pode ser o de saúde. Neste caso, ele se torna um cliente/paciente.
Atualmente, os profissionais de saúde estão ouvindo, respondendo e adotando novas abordagens para criar e administrar relacionamentos de alta qualidade percebida. Aqueles que adotarem uma abordagem de relacionamento médico-paciente mais efetiva, da maneira mais breve e perceptível possível, certamente terão um diferencial.
É fundamental se interessar pelo cliente-paciente, ter uma boa relação com ele e tratá-lo de forma humana. É importante nos colocarmos em seu lugar e fazer por ele o que faríamos por uma pessoa a quem queremos bem.
Este novo paciente vai onde encontra o tipo de atendimento que deseja. Pesquisas mostram que profissionais e organizações de saúde que adotaram fórmulas bem-sucedidas de relacionamento crescem na participação de mercado e em rentabilidade, além de propiciar satisfação e muitos comentários positivos entre os pacientes.
Os profissionais de saúde que dispõem de atendimento exemplar não são somente reconhecidos como tal por seus pacientes, mas também por seus colaboradores. Sim, os Colaboradores.
Eles são muito importantes para o sucesso de uma relação entre os profissionais de saúde e seus pacientes. Este é o primeiro conceito a ser reavaliado pelo profissional de saúde moderno (entenda-se como moderno não aquele necessariamente novo no mercado, mas aquele que percebeu as necessidades de mudança no foco dos negócios e relacionamento com seus pacientes).
Todos os colaboradores formam sua equipe de trabalho. São pessoas, possuem sentimentos, necessitam de motivação, podem e são fundamentais para o sucesso desta relação.
Sendo assim, como poderemos agregar mais valor ao relacionamento profissional de saúde-paciente?
A resposta a essa pergunta, assim como outras, está na tarefa de criar um valor visível para o paciente nesse relacionamento.
Em uma sociedade e em um mercado extremamente competitivos, onde nos dizem o que comprar, o que vestir, o que comer, o que fazer ou onde ir, os profissionais de saúde também devem mostrar como podem atender às necessidades humanas.
Entender como os pacientes enxergam a relação com os profissionais de saúde e seus serviços é fundamental para que possamos oferecer a eles um atendimento e relacionamento dignos de suas expectativas.
Abraços.
Antonio Faggioni
e-mail: antonio.faggioni@meuconsultoriominhaempresa.com.br
Twitter: www.twitter.com/antoniofaggioni
Site: http://www.meuconsultoriominhaempresa.com.br/
Planejamento Estratégico: Meu Consultório - Minha Empresa (Parte 01)
Olá amigos.
No artigo deste mês, peço que analisem e respondam as perguntas abaixo:
Que imagem você gostaria que o seu paciente tivesse de você?
O seu paciente enxerga um diferencial nos serviços que você oferece?
Qual é a sua missão profissional?
Que linguagem você utiliza para conversar com o seu paciente?
Quanto de humano está impregnado no seu atendimento?
Qual é o seu paciente ideal?
Qual é o tratamento mais lucrativo e o mais rentável?
Que tipo de paciente você gostaria de ter em maior número?
De onde vêm os seus pacientes?
Como você “escuta” o seu paciente (reclamações e sugestões)?
Por que você perde pacientes com frequência?
Por que você ganha pacientes com frequência?
O que fazer para aumentar o número de encaminhamentos e retornos?
Quem são os seus principais competidores e em que eles são bem-sucedidos?
De que forma você gostaria de ser conhecido e reconhecido?
Que tipo de informação e treinamento recebe a sua equipe de colaboradores diretos (secretárias, atendentes, manobristas, seguranças)?
Que estratégia de comunicação você utiliza?
Qual o seu relacionamento com a mídia?
Que tipo de material promocional você utiliza para promover os seus serviços e o seu Consultório?
Como a Internet tem contribuído para a sua carreira?
Não se assuste se você não soube responder algumas das perguntas acima. Isso aponta a importância de planejar o seu negócio e a sua carreira. A hora é agora!
Lembre-se: o bom Marketing nasce de um Planejamento Estratégico eficaz e eficiente e não simplesmente de promoção e propaganda.
O desafio é grande, porém jamais poderá ser maior do que a vontade de realizá-lo.
No próximo artigo, vamos apresentar mais algumas perguntas para a sua reflexão.
Abraços.
Antonio Faggioni
e-mail: antonio.faggioni@meuconsultoriominhaempresa.com.br
Twitter: www.twitter.com/antoniofaggioni
Site: http://www.meuconsultoriominhaempresa.com.br/
Análise de Mercado: entender o hoje para planejar o amanhã
Olá amigos,
No artigo deste mês, vamos discutir como realizar uma Análise de Mercado de forma simples.
Para isso, vamos utilizar uma conhecida ferramenta de Marketing e Negócios chamada Análise de S.W.O.T..
S.W.O.T. é uma sigla em Inglês que significa Strengths (Pontos Fortes - Forças), Weaknesses (Pontos Fracos - Fraquezas), Opportunities (Oportunidades) e Threats (Ameaças).
Devido a sua simplicidade de entendimento e aplicação, é uma das ferramentas mais utilizadas pelas empresas em todo o mundo.
Pergunta: se esta ferramenta é utilizada para analisar diversos negócios em diversas empresas em todo o mundo, podemos utilizá-la em nosso Consultório? A resposta é SIM.
Quais as características do mercado de saúde em que estou envolvido?
- O que preciso alterar e manter, a curto e médio prazo, no modelo atual que pratico dentro deste mercado?
- Como posso me diferenciar frente as oportunidades e ameaças deste mercado?
- Quais os riscos em manter ou modificar minha estrutura atual de atendimento (especialização, consultório, forma de atendimento, horários de atendimento, equipe de suporte atual, perfil do Cliente (Paciente) que atendo e/ou pretendo atender, preço dos serviços?
Para iniciarmos nosso estudo, vamos entender, o que significa cada um dos pontos da Análise de S.W.O.T. :
Oportunidades: tudo o que possa trazer vantagem competitiva ao Profissional de Saúde e que represente uma possibilidade de melhoria na rentabilidade ou no volume de negócios de seu Consultório.
Ameaças: tudo que possa, de uma forma direta, ser um incoveniente ao seu Cliente (Paciente) ou que o mercado já aplica ou oferece e que você ainda não o faz.
Lembre-se: isso pode ser um investimento imediato para acompanhar uma tendência ou mudança imposta pelo mercado e já oferecidas pelos seus concorrentes. Como exemplos: novos tratamentos, flexibilidade nos horários de atendimento, conveniência, nível de especialização do corpo clínico em linha com os novos tratamentos de saúde oferecidos e disponíveis a nível nacional e internacional, equipe de suporte devidamente treinada e reconhecida como um grande diferencial, etc..
Em alguns casos, existem regras impostas por Conselhos, Sociedades ou Grupos que interferem diretamente no mercado de saúde. Neste caso, não atendê-las, por si só, já o limita e cria uma Ameaça frente aos Clientes (Pacientes).
Lembre-se: isso pode ser um investimento imediato para acompanhar uma tendência ou mudança imposta pelo mercado e já oferecidas pelos seus concorrentes. Como exemplos: novos tratamentos, flexibilidade nos horários de atendimento, conveniência, nível de especialização do corpo clínico em linha com os novos tratamentos de saúde oferecidos e disponíveis a nível nacional e internacional, equipe de suporte devidamente treinada e reconhecida como um grande diferencial, etc..
Em alguns casos, existem regras impostas por Conselhos, Sociedades ou Grupos que interferem diretamente no mercado de saúde. Neste caso, não atendê-las, por si só, já o limita e cria uma Ameaça frente aos Clientes (Pacientes).
Pontos Fortes (Forças): tudo o que constitua vantagem competitiva para o Profissional de Saude, tendo como exemplos: sua equipe de atendentes, secretárias e enfermeiras devidamente treinadas para oferecer informações pontuais e com segurança e credibilidade aos Clientes (Pacientes). As instalações do Consultório (conforto, segurança, privacidade), os exames complementares oferecidos no mesmo local da consulta, a formação profissional, o pronto atendimento, etc..
Lembre-se: a experiência do corpo clínico no tratamento de determinadas patologias, em especial, as específicas ou de menor volume de especialistas no mercado, a cobertura do plano de saúde, as inovações tecnológicas no tratamento e diagnóstico, a localização do Consultório, as conveniências oferecidas aos acompanhantes e cuidadores, os meios de contato (telefone, internet, SMS), os serviços extras (convênio com estacionamentos, transporte, acesso Wi-Fi a Internet), o acesso completo e simplificado aos portadores de necessidades especiais (incluso toda a locomação, desde a entrada na clínica ou consultório até na sala de consulta e exames), o prontuário completo do Cliente (Paciente), o histórico do relacionamento, o horário de atendimento, dentre outros, podem ser Pontos Fortes a seu favor..
Lembre-se: a experiência do corpo clínico no tratamento de determinadas patologias, em especial, as específicas ou de menor volume de especialistas no mercado, a cobertura do plano de saúde, as inovações tecnológicas no tratamento e diagnóstico, a localização do Consultório, as conveniências oferecidas aos acompanhantes e cuidadores, os meios de contato (telefone, internet, SMS), os serviços extras (convênio com estacionamentos, transporte, acesso Wi-Fi a Internet), o acesso completo e simplificado aos portadores de necessidades especiais (incluso toda a locomação, desde a entrada na clínica ou consultório até na sala de consulta e exames), o prontuário completo do Cliente (Paciente), o histórico do relacionamento, o horário de atendimento, dentre outros, podem ser Pontos Fortes a seu favor..
Pontos Fracos (Fraquezas): qualquer fator interno que possa se tornar uma ameaça ao negócio.
Neste ponto, faço sempre um destaque: é importante entender que, além do Profissional de Saúde, a equipe de suporte (atendentes, secretárias e enfermeiras) interferem diretamente na percepção de qualidade do atendimento.
Neste ponto, faço sempre um destaque: é importante entender que, além do Profissional de Saúde, a equipe de suporte (atendentes, secretárias e enfermeiras) interferem diretamente na percepção de qualidade do atendimento.
Com uma Análise simples do nosso negócio, vamos conseguir responder:
O que fazer, Como fazer, Quando fazer e Onde fazer.
O que fazer, Como fazer, Quando fazer e Onde fazer.
Um abraço.
Antonio Faggioni
e-mail: antonio.faggioni@meuconsultoriominhaempresa.com.br
Twitter: www.twitter.com/antoniofaggioni
Site: http://www.meuconsultoriominhaempresa.com.br/
Antonio Faggioni
e-mail: antonio.faggioni@meuconsultoriominhaempresa.com.br
Twitter: www.twitter.com/antoniofaggioni
Site: http://www.meuconsultoriominhaempresa.com.br/
Marketing X Resultados: mais simples que parece!
Olá amigos,
No artigo deste mês, vamos discutir sobre uma pesquisa que realizei no final de 2010.
O tema foi "Estratégias de Negócios na Área da Saúde". Um artigo, escrito por um Médico, relatava as dificuldades que tinha em entender e, principalmente, implantar um novo modelo de negócios em seu consultório.
O tema foi "Estratégias de Negócios na Área da Saúde". Um artigo, escrito por um Médico, relatava as dificuldades que tinha em entender e, principalmente, implantar um novo modelo de negócios em seu consultório.
Coincidência, ou não, nos meses posteriores a publicação deste artigo, recebi diversos e-mails com assuntos relacionados ao mesmo tema.
Estudando mais sobre o assunto, cheguei ao seguinte raciocínio: a alguns anos atrás, formar-se Médico agregava mais que a vocação de curar e oferecer qualidade de vida as pessoas.
Em muitos casos, representava o início de uma carreira sólida, financeiramente próspera e de grande estabilidade.
Estudando mais sobre o assunto, cheguei ao seguinte raciocínio: a alguns anos atrás, formar-se Médico agregava mais que a vocação de curar e oferecer qualidade de vida as pessoas.
Em muitos casos, representava o início de uma carreira sólida, financeiramente próspera e de grande estabilidade.
Nos dias de hoje, o merecimento, a vocação e a dedicação são os mesmos, porém os desafios são outros.
Hoje, o Cliente (Paciente) têm uma participação mais ativa na consulta. Os planos de saúde, hospitais, laboratórios, etc. passam a estar mais próximos do negócio medicina.
Entender como se destacar neste universo de mudanças e desafios passou a ser tão importante quanto a sua vocação em ser um Médico.
Hoje, o Cliente (Paciente) têm uma participação mais ativa na consulta. Os planos de saúde, hospitais, laboratórios, etc. passam a estar mais próximos do negócio medicina.
Entender como se destacar neste universo de mudanças e desafios passou a ser tão importante quanto a sua vocação em ser um Médico.
Entender o mercado, conhecer e aplicar (mesmo que de forma simples) o marketing e suas diversas formas e estratégias são, de fato, um desafio que pode (e deve) ser facilmente tratado pelo novo Profissional de Saúde do século XXI.
A palavra negócio não é sinônimo direto de exploração mercantil, entenda isso!
Praticar e entender sobre negócios tampouco exclui os conceitos de ética, vocação, dedicação e humanismo. Ampliar o relacionamento com os Clientes (Pacientes), melhorar a comunicação junto a sociedade, oferecer serviços de qualidade, praticar melhor a sua profissão e competência e, por isso, ser reconhecido e recompensado, é algo antiético?
A resposta é NÃO!
Praticar e entender sobre negócios tampouco exclui os conceitos de ética, vocação, dedicação e humanismo. Ampliar o relacionamento com os Clientes (Pacientes), melhorar a comunicação junto a sociedade, oferecer serviços de qualidade, praticar melhor a sua profissão e competência e, por isso, ser reconhecido e recompensado, é algo antiético?
A resposta é NÃO!
Em linha com este tema, um de nossos leitores escreveu a seguinte frase: “toda vez que eu me coloco no lugar de um paciente meu, tento entender ao máximo o seu problema, estudo ao máximo o melhor tratamento para lhe oferecer tranqüilidade e cura. Estou praticando uma regra básica de marketing, que é atender ao cliente de forma que ele tenha sua necessidade atendida”.
Fico feliz em ler e receber comentários deste tipo pois é exatamente isso: todos nós praticamos, diariamente, nosso marketing pessoal.
No exemplo descrito acima, complemento-o lembrando que esclarecer diagnósticos, exemplificar tratamentos sem usar a complexa terminologia técnica e assumir uma postura de quem está servindo seu Cliente (Paciente) com seu conhecimento e experiência também pode ser inserido neste contexto.
Como resultado, tenha certeza que você terá uma percepção clara vinda de seu Cliente (Paciente) de que realmente você está disposto a prestar um atendimento eficaz e marcante.
Como resultado, tenha certeza que você terá uma percepção clara vinda de seu Cliente (Paciente) de que realmente você está disposto a prestar um atendimento eficaz e marcante.
Outro exemplo que gostaria de compartilhar vêm de outro Profissional de Saúde que me escreveu relatando sobre uma experiência pessoal e profissional que, segundo ele, foi marcante. No final do dia, antes de encerrar suas atividades no Consultório, ele pessoalmente telefona para seus Clientes (Pacientes) que passaram em consulta na semana anterior.
No início, ele escreve, parecia algo completamente fora de propósito, desnecessário. Após alguns meses, meus pacientes iniciaram uma espécie de campanha de promoção voluntária (a chamada propaganda boca a boca).
Na maioria das vezes, eles comentavam: meu Médico é diferenciado. Ele liga pessoalmente para cada paciente, acompanhando o tratamento e os resultados obtidos.
Na maioria das vezes, eles comentavam: meu Médico é diferenciado. Ele liga pessoalmente para cada paciente, acompanhando o tratamento e os resultados obtidos.
Para finalizar o artigo deste mês, descrevo parte de um e-mail recebido de um Cirurgião Dentista: “... depois que percebi e entendi como é simples praticar uma estratégia de marketing no meu consultório, me pergunto porque não comecei isso antes. A resposta é que tudo sempre me pareceu complexo e de difícil implementação...”.
Um abraço.
Antonio Faggioni
e-mail: antonio.faggioni@meuconsultoriominhaempresa.com.br
Twitter: www.twitter.com/antoniofaggioni
Site: http://www.meuconsultoriominhaempresa.com.br/
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